Mudar é necessário, para a vida mudar
Muitas vezes sabemos que precisamos mudar, percebemos os sinais a nossa volta, entendemos as mensagens que nos chegam e até mesmo compreendemos que toda e qualquer mudança depende de cada um de nós, no entanto, existem ainda algumas questões que persistem: Como fazer isso? Mas como mudar? Como sair da posição que nos encontramos e assumir uma atitude diferente diante da vida?
O primeiro passo, e eu acredito que é o mais importante, está em aceitar que cada um tem seu próprio tempo. Não adianta querer correr quando mal estamos conseguindo caminhar. É necessário dar passos pequenos, mas seguros e conscientes, para que esse caminho ao ser percorrido possa de fato, ser transformador. Aceitar nossas limitações, sejam elas físicas, emocionais, psicológicas ou materiais, e trabalhar dentro delas de forma que aos poucos, consigamos expandir essa barreira e ultrapassá-la.
Mas por onde começar? Devemos sempre começar olhando para dentro de nós, iniciando um processo de redescobrir e reencontrar o nosso próprio EU. Muitas vezes diante das circunstâncias que a vida nos apresenta, nós nos afastamos de nós mesmos, esquecendo o que nos faz sorrir e o que realmente alegra nosso coração.
Quando redescobrirmos a nossa força e o poder que temos, vamos perceber que estar conosco mesmo pode ser muito agradável, e que mesmo que estejamos sozinhos, podemos ser felizes, pois estaremos em sintonia com a nossa própria vida, com nossa essência. E, quando isso acontecer, teremos removido as barreiras que nos limitavam, o que os outros dizem ou pensam já não importará mais, os problemas já não serão tão grandes quanto pareciam, as dores ainda poderão doer, mas de uma forma que não irão mais nos ferir.
Tudo aquilo que não estiver mais em sintonia com esse “novo eu” não servirá para a vida e precisará ser reciclado, removido, renovado e transformado, pois teremos nos reerguido diante da vida, reassumindo o nosso papel e só então, estaremos prontos para promovermos as mudanças que tanto queríamos, desejávamos, precisávamos e idealizávamos.
Abrir-se para a vida, amar-se e sintonizar-se com a alegria de viver e então, a vida nos responderá com motivos para sorrir nos dando a certeza, de que como foram benéficas as mudanças que conseguimos fazer em nós. O quanto elas realmente precisavam ser feias para recuperarmos o nosso EU, que quase tínhamos perdido por termos nos permitido viver o que outras pessoas queriam ou escolhiam por nós.
